
terça-feira, 29 de maio de 2007
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Coaching cultural
Para ser coach será necessário, que o profissional tenha efectuado um trabalho sobre si mesmo, seja através de terapia ou ter ele próprio passado por um processo de coaching. Assim como a supervisão permanente do coach em actividade é de extrema importância. Isto porque o coach como ser humano que é, tem uma cultura própria, com os seus próprios preconceitos e estereótipos. O coach tem que identificar conscientemente os pormenores inerentes à sua cultura, conhecer os seus limites e as suas fraquezas, para saber exactamente com o quê e com quem não se sente confortável para desenvolver um processo de coaching, mas também, conhecer claramente a sua bagagem cultural, facto que o vai potenciar como profissional. O sucesso de um processo de coaching vai depender em grande parte da disponibilidade que o coach tem para compreender o coachee e a sua cultura. Por exemplo, é legitimo o coach sentir dificuldade em trabalhar com pessoas muito mais velhas ou muito mais novas, ou pessoas do sexo oposto, ou pessoas com uma orientação sexual diferente, ou até mesmo com conceitos religiosos contrários aos seus. O que não será legitimo ou ético é o coach aceitar um cliente com o qual sabe que tem dificuldade em trabalhar, ou não referenciar esse cliente a um seu par com medo de perder o cliente, ou, ainda menos ético, não conhecer os seus próprios limites, porque desconhece os seus próprios valores, convicções e crenças (e aqui estamos perante uma das grandes diferenças entre ser ou não ser coach).
Cada cliente, cada coachee, traz consigo uma cultura própria. Podemos, inclusive falar de culturas entre culturas. Por exemplo, o coachee poderá ser facilmente identificado com a cultura da empresa, mas, simultaneamente, ele já traz indicadores de pertença a outros grupos, também eles com culturas próprias. O coach tem que prestar atenção a todas as culturas imersas na mesma pessoa. O mais importante será ter presente que cada cliente, cada coachee traz consigo a sua própria diversidade. O processo de coaching decorre em função da situação, dos valores, das convicções e das crenças do coachee, e não em função do coach.
O papel do coach é de recurso para o coachee. Assim, quanto mais experiência de vida tiver o coach, maior recurso se tornará para o coachee. Um coach com uma mente aberta e com bastante experiência de vida, irá proporcionar ao coachee um processo mais completo, o qual depende da presença de novas perspectivas, novas maneiras de encarar a realidade e novas soluções. A diversidade na experiência do coach, abre oportunidade à criatividade e a novas ideias. Por outro lado, o coach com uma mente aberta também permitirá a entrada de novas perspectivas durante a relação de coaching, o que lhe irá proporcionar a ele, também, aumentar o seu portefólio de recursos que tem para oferecer em futuros processos.
Esta atenção particular à cultura específica ou diversidades presentes no cliente ou no coachee são de destacar em situações em que se registam fusões entre empresas ou em casos em que as empresas se implementam noutros países ou noutras realidades culturais. O importante será o coach, durante o processo, criar um ambiente de parceria autêntica, questionando desde o primeiro momento, de forma a explorar e a ajustar os diferentes contextos, abrindo espaço a novas perspectivas.
Cada cliente, cada coachee, traz consigo uma cultura própria. Podemos, inclusive falar de culturas entre culturas. Por exemplo, o coachee poderá ser facilmente identificado com a cultura da empresa, mas, simultaneamente, ele já traz indicadores de pertença a outros grupos, também eles com culturas próprias. O coach tem que prestar atenção a todas as culturas imersas na mesma pessoa. O mais importante será ter presente que cada cliente, cada coachee traz consigo a sua própria diversidade. O processo de coaching decorre em função da situação, dos valores, das convicções e das crenças do coachee, e não em função do coach.
O papel do coach é de recurso para o coachee. Assim, quanto mais experiência de vida tiver o coach, maior recurso se tornará para o coachee. Um coach com uma mente aberta e com bastante experiência de vida, irá proporcionar ao coachee um processo mais completo, o qual depende da presença de novas perspectivas, novas maneiras de encarar a realidade e novas soluções. A diversidade na experiência do coach, abre oportunidade à criatividade e a novas ideias. Por outro lado, o coach com uma mente aberta também permitirá a entrada de novas perspectivas durante a relação de coaching, o que lhe irá proporcionar a ele, também, aumentar o seu portefólio de recursos que tem para oferecer em futuros processos.
Esta atenção particular à cultura específica ou diversidades presentes no cliente ou no coachee são de destacar em situações em que se registam fusões entre empresas ou em casos em que as empresas se implementam noutros países ou noutras realidades culturais. O importante será o coach, durante o processo, criar um ambiente de parceria autêntica, questionando desde o primeiro momento, de forma a explorar e a ajustar os diferentes contextos, abrindo espaço a novas perspectivas.
sábado, 12 de maio de 2007
Coach ideal
•Qualidades, competências e capacidades específicas;
•Estatuto adquirido (formação e desenvolvimento);
•Reconhecimento formal (certificação profissional);
•Deontologia profissional.
Ser Coach é acima de tudo uma atitude, uma habilidade natural.É a postura que o profissional adopta que faz toda a diferença. Uma postura profissional, através dos requisitos referidos a cima, mas também uma postura que facilita a interacção e promove o desenvolvimento do outro.Apesar de algumas características de personalidade serem importantes para o desempenho da actividade de Coaching, essa habilidade natural é construída ao longo da vida. Assim, um profissional maduro, com experiência de vida, principalmente em áreas bastante diferenciadas, e que estão bem ‘arrumadas’ dentro de si, tem todas as potencialidades para se tornar num bom Coach.
•Estatuto adquirido (formação e desenvolvimento);
•Reconhecimento formal (certificação profissional);
•Deontologia profissional.
Ser Coach é acima de tudo uma atitude, uma habilidade natural.É a postura que o profissional adopta que faz toda a diferença. Uma postura profissional, através dos requisitos referidos a cima, mas também uma postura que facilita a interacção e promove o desenvolvimento do outro.Apesar de algumas características de personalidade serem importantes para o desempenho da actividade de Coaching, essa habilidade natural é construída ao longo da vida. Assim, um profissional maduro, com experiência de vida, principalmente em áreas bastante diferenciadas, e que estão bem ‘arrumadas’ dentro de si, tem todas as potencialidades para se tornar num bom Coach.
Coaching - o que é? e o que não é?
Coaching é...
- uma prática, ou seja, intervenção voltada para a acção,
- concretizada através de uma relação entre duas entidades, sendo que uma delas ou ambas poderão ser uma pessoa ou um conjunto organizado de pessoas,
- que visa o aperfeiçoamento e a superação profissional e pessoal de cada um dos beneficiários,
- recorrendo-se de aprendizagens anteriores que promovem um potencial não utilizado,
- que é planeada pelos intervenientes num momento preciso,
- mas deverá ser continuada pelo destinatário no seu dia a dia, mesmo após a conclusão do programa,
- que visa, em primeira linha, aumentar a produtividade no trabalho desenvolvido pelo destinatário,
- proporcionando qualidade de vida.
Coaching não é...
consultoria, porque o coach não terá que ser um especialista na área de negócio do cliente, o cliente é que é o especialista;
terapia, porque o terapeuta trabalha com uma pessoa disfuncional, para que esta se torne funcional, enquanto que o coach trabalha com uma pessoa funcional, para que esta se torne excepcional. O coaching está orientado para a acção, focando-se onde o cliente está presentemente (e não no passado), e para onde este pretende ir, ajudando a lá chegar;
mentoria, porque o coach trabalha como par, em situação de igual, guiando o cliente no despertar dos seus próprios potenciais e na sabedoria por este adquirida ao longo da vida;
aconselhamento, porque o coach não dá conselhos sobre o caminho a tomar para a consecução de um objectivo, mas sim guia o cliente no processo de auto-descoberta sobre o caminho que melhor se adequa aos seus valores, à sua identidade e à sua missão.
- uma prática, ou seja, intervenção voltada para a acção,
- concretizada através de uma relação entre duas entidades, sendo que uma delas ou ambas poderão ser uma pessoa ou um conjunto organizado de pessoas,
- que visa o aperfeiçoamento e a superação profissional e pessoal de cada um dos beneficiários,
- recorrendo-se de aprendizagens anteriores que promovem um potencial não utilizado,
- que é planeada pelos intervenientes num momento preciso,
- mas deverá ser continuada pelo destinatário no seu dia a dia, mesmo após a conclusão do programa,
- que visa, em primeira linha, aumentar a produtividade no trabalho desenvolvido pelo destinatário,
- proporcionando qualidade de vida.
Coaching não é...
consultoria, porque o coach não terá que ser um especialista na área de negócio do cliente, o cliente é que é o especialista;
terapia, porque o terapeuta trabalha com uma pessoa disfuncional, para que esta se torne funcional, enquanto que o coach trabalha com uma pessoa funcional, para que esta se torne excepcional. O coaching está orientado para a acção, focando-se onde o cliente está presentemente (e não no passado), e para onde este pretende ir, ajudando a lá chegar;
mentoria, porque o coach trabalha como par, em situação de igual, guiando o cliente no despertar dos seus próprios potenciais e na sabedoria por este adquirida ao longo da vida;
aconselhamento, porque o coach não dá conselhos sobre o caminho a tomar para a consecução de um objectivo, mas sim guia o cliente no processo de auto-descoberta sobre o caminho que melhor se adequa aos seus valores, à sua identidade e à sua missão.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
E-coaching
A internet é o veiculo n.º 1 na sociedade de informação dos nossos dias. Mesmo aos menos adaptados a esta nova ferramenta, é exigido a sua utilização continua sob o risco de ser ultrapassado. Tudo ao nosso redor passa por informação transmitida a uma velocidade extraordinária. Mesmo quando dormimos, algures, noutra parte do planeta, alguém cria, inventa e/ou partilha algo pela internet. Podemos comprar, sobretudo vender, podemos descobrir, viajar, e até mesmo ver um filme ou ouvir uma música através da internet. Os jovens de hoje comunicam entre si essencialmente através da internet, e serão estes jovens que amanhã vão eleger a internet como o seu meio de comunicação prioritário.
Também a internet é um meio extraordinariamente útil para o trabalho em Coaching. O e-coaching está a tornar-se uma realidade por toda a parte do planeta. Entende-se por e-coaching, toda a prestação de serviços de coaching que passa pela utilização de e-mail, de salas de conversação (chat rooms), de mensagens instantâneas (instant messaging) ou boletins electrónicos (bulletin board). Assim, um programa de Coaching pode ser aplicado total ou parcialmente com o recurso à internet, ou esta via pode complementar o trabalho desenvolvido ao longo de um programa.
Na cultura dos países latinos, onde a interacção presencial e a comunicação não-verbal jogam um papel importante na relação, este tipo de contacto pode trazer alguns inconvenientes. Contudo, a utilização do e-coaching surge com grandes vantagens em casos como: comunicação em processos em que os intervenientes não têm a mesma língua mãe; pessoas mais introvertidas e/ou com dificuldade de exposição aos ‘olhares’ de outro; é necessário dar algum tempo para reflectir sobre a sua própria realidade (a escrita sempre foi um óptimo meio de reflexão e organização de ideias); pessoas que se deslocam com muita frequência para outros locais durante um período de tempo mais alargado.
O e-coaching é, de facto, um excelente instrumento complementar para um programa de Coaching, podendo-se utilizar, por exemplo, o e-mail entre sessões. Mas, é também uma via mais económica, mais flexível e mais conveniente para determinadas necessidades específicas, podendo ser uma forma de aplicação total de um programa de Coaching. Os clientes podem, desta forma, receber Coaching quando e onde estiverem.
Também a internet é um meio extraordinariamente útil para o trabalho em Coaching. O e-coaching está a tornar-se uma realidade por toda a parte do planeta. Entende-se por e-coaching, toda a prestação de serviços de coaching que passa pela utilização de e-mail, de salas de conversação (chat rooms), de mensagens instantâneas (instant messaging) ou boletins electrónicos (bulletin board). Assim, um programa de Coaching pode ser aplicado total ou parcialmente com o recurso à internet, ou esta via pode complementar o trabalho desenvolvido ao longo de um programa.
Na cultura dos países latinos, onde a interacção presencial e a comunicação não-verbal jogam um papel importante na relação, este tipo de contacto pode trazer alguns inconvenientes. Contudo, a utilização do e-coaching surge com grandes vantagens em casos como: comunicação em processos em que os intervenientes não têm a mesma língua mãe; pessoas mais introvertidas e/ou com dificuldade de exposição aos ‘olhares’ de outro; é necessário dar algum tempo para reflectir sobre a sua própria realidade (a escrita sempre foi um óptimo meio de reflexão e organização de ideias); pessoas que se deslocam com muita frequência para outros locais durante um período de tempo mais alargado.
O e-coaching é, de facto, um excelente instrumento complementar para um programa de Coaching, podendo-se utilizar, por exemplo, o e-mail entre sessões. Mas, é também uma via mais económica, mais flexível e mais conveniente para determinadas necessidades específicas, podendo ser uma forma de aplicação total de um programa de Coaching. Os clientes podem, desta forma, receber Coaching quando e onde estiverem.
Sessão experimental de Coaching
Normalmente é gratuita. A intenção é dar a conhecer o que é o Coaching e diferenciá-lo das outras práticas, mas serve também para os envolvidos (coach/coachee) perceberem se existe química e se a relação vai funcionar. Apesar da atenção estar sempre centrada no coachee, esta sessão também é para o coach, que procurará saber se o cliente está:
a) pronto para reflectir sobre si próprio
b) disponível para a acção
c) capaz perante possíveis constrangimentos exteriores
Esta sessão é uma forma de oferecer aos outros uma experiência de Coaching, pois será uma forma mais fácil do outro entender o que é o Coaching, do que utilizando apenas uma explicação. Poderá ser a primeira ou a última sessão de um processo de Coaching (não é obrigatório continuar, se alguma das partes não se rever no processo e/ou na relaçao).
a) pronto para reflectir sobre si próprio
b) disponível para a acção
c) capaz perante possíveis constrangimentos exteriores
Esta sessão é uma forma de oferecer aos outros uma experiência de Coaching, pois será uma forma mais fácil do outro entender o que é o Coaching, do que utilizando apenas uma explicação. Poderá ser a primeira ou a última sessão de um processo de Coaching (não é obrigatório continuar, se alguma das partes não se rever no processo e/ou na relaçao).
Coaching porquê?
Muitas vezes nós sabemos quais os objectivos que queremos atingir. Até podemos ter alguma vez pensado no nosso propósito de vida. No entanto, algo está a impedir que esses objectivos se realizem, e nós próprios vamos adiando esse momento.
Toda e qualquer mudança ou simples alteração ao nosso estilo de vida ou hábitos criados, por muito boa que ela nos pareça, causa-nos algum desconforto, alguma ansiedade. Para que a mudança se opere, vamos ter de sair de uma situação que conhecemos em direcção a algo que, muitas vezes, questionamos se irá resultar.
Ora, o coach é alguém que nos vai ajudar, guiar, acompanhar nesse processo. O Coaching é o espaço de conforto onde podemos visualizar, sentir e até experimentar a mudança.
Investir num processo de Coaching é ganhar tempo na realização do nosso projecto de vida, na operacionalização do nosso desenvolvimento pessoal e na obtenção da nossa felicidade. Investir num processo de Coaching é ganhar dinheiro, porque a nossa produtividade aumenta, recebendo energia, empowerment para realização de tarefas que nos conduzem à felicidade.
Toda e qualquer mudança ou simples alteração ao nosso estilo de vida ou hábitos criados, por muito boa que ela nos pareça, causa-nos algum desconforto, alguma ansiedade. Para que a mudança se opere, vamos ter de sair de uma situação que conhecemos em direcção a algo que, muitas vezes, questionamos se irá resultar.
Ora, o coach é alguém que nos vai ajudar, guiar, acompanhar nesse processo. O Coaching é o espaço de conforto onde podemos visualizar, sentir e até experimentar a mudança.
Investir num processo de Coaching é ganhar tempo na realização do nosso projecto de vida, na operacionalização do nosso desenvolvimento pessoal e na obtenção da nossa felicidade. Investir num processo de Coaching é ganhar dinheiro, porque a nossa produtividade aumenta, recebendo energia, empowerment para realização de tarefas que nos conduzem à felicidade.
quinta-feira, 22 de março de 2007
Ao longo destes dois anos de trabalho pelo mundo do Coaching, renovei a minha esperança por encontrar no futuro, uma sociedade melhor. Uma sociedade com valores, com respeito pelo próximo e com pessoas mais satisfeitas na sua vida quotidiana.
Neste mundo, de incertezas e crises constantes, necessitamos de encontrar renovação, e esta, no meu ponto de vista, deverá passar por atribuir o poder a pessoas credíveis, que tenham verdadeiros ideais e que vejam o humano, como igual.
É natural, que com tantos desafios e urgências que a sociedade actual exige, cada um de nós, se esqueça de parar, de respirar e de pensar sobre o seu interior e sobre os seus sonhos, sonhos esses que tenham sido postos de lado perante as muitas agressividades que a vida nos vai oferecendo.
Acredito que o segredo é pensar nestas contrariedades como estratégias positivas para o nosso desenvolvimento como pessoas, não permitindo que as amarguras e as ansiedades se substituam à qualidade de vida.
Claro que isto é difícil, daí a necessidade de muita reflexão interior e distanciamento exterior. E, mais difícil será, se nos propusermos nesta aventura de uma forma isolada. Por esta razão, não tenho dúvida, que o Coaching será um instrumento de futuro, proporcionando uma revolução no poder do sec. XXI.
Neste mundo, de incertezas e crises constantes, necessitamos de encontrar renovação, e esta, no meu ponto de vista, deverá passar por atribuir o poder a pessoas credíveis, que tenham verdadeiros ideais e que vejam o humano, como igual.
É natural, que com tantos desafios e urgências que a sociedade actual exige, cada um de nós, se esqueça de parar, de respirar e de pensar sobre o seu interior e sobre os seus sonhos, sonhos esses que tenham sido postos de lado perante as muitas agressividades que a vida nos vai oferecendo.
Acredito que o segredo é pensar nestas contrariedades como estratégias positivas para o nosso desenvolvimento como pessoas, não permitindo que as amarguras e as ansiedades se substituam à qualidade de vida.
Claro que isto é difícil, daí a necessidade de muita reflexão interior e distanciamento exterior. E, mais difícil será, se nos propusermos nesta aventura de uma forma isolada. Por esta razão, não tenho dúvida, que o Coaching será um instrumento de futuro, proporcionando uma revolução no poder do sec. XXI.
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